Você deve esperar qualquer tipo de reação. Mesmo a campanha mais legal deve ter gente falando mal. A publicidade tradicional não está acostumada com isso. Se o cara reclama no sofá da sala dele, isso não traz problema (para a marca). Agora, quando o cara coloca o vídeo no YouTube e chama as pessoas para assistir...
Para ele, todo planejamento deve prever que se falará bem e mal da campanha. “O importante é estar preparado e pensar muito bem em como reagir às diferentes manifestações que a campanha despertará. A melhor forma de diminuir riscos não é ignorá-los. Se os responsáveis estivessem preparados para reações desse tipo, certamente agiriam de maneira mais ‘amigável’, evitando que a polêmica seguisse os rumos que temos visto na web”, explicou ao nosso blog.
“Para se preparar não precisa ser guru, as ferramentas de mídias sociais permitem pesquisar o que já se fala a respeito do tema e de conceitos similares antes mesmo da campanha ir ao ar. Esse material é um termomêtro valioso das reações que determinado assunto despertará e não pode ser ignorado.”
A matéria completa do Estadão, escrita por Ana Freitas, explica o caso e ouve alguns de seus principais personagens.























